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Justiça determina transfusão de sangue em recém-nascido após pais não aceitarem procedimentos por questões religiosas
Criança segue internada.
Redação
Postada em 26/04/2018 às 20h14 - atualizada em 26/04/2018 às 20h28
Justiça determina transfusão de sangue em recém-nascido após pais não aceitarem procedimentos por questões religiosas

Imagem Ilustrativa (Reprodução)

A criança recém-nascida que passou por uma transfusão de sangue após determinação da Justiça continua internada na UTI da Santa Casa de São José do Rio Preto (SP). Segundo o hospital, o estado de saúde do bebê ainda é grave, porém estável.


A Justiça precisou intervir porque a família do bebê é Testemunha de Jeová, religião que proíbe a transfusão de sangue.


A equipe médica entrou com a ação para conseguir autorização para o procedimento por conta da gravidade do estado de saúde do bebê, de apenas 11 dias. Segundo a Santa Casa, o menino tinha hemorragia no estômago e quadro grave de anemia.


Em entrevista ao G1, o provedor da Santa Casa, Nadim Cury, disse que, em quatro anos, esta foi a segunda vez que o hospital precisou recorrer à Justiça para conseguir a transfusão sanguínea para um paciente, e que esse procedimento é normal.



Advogados da Santa Casa disseram no pedido à Justiça que estado de saúde é gravíssimo (Foto: Reprodução)


“Em todos os casos de pacientes da religião Testemunha de Jeová que precisam fazer uma transfusão de sangue e eles neguem o procedimento, nós temos que entrar com um pedido na Justiça, mesmo que não seja o que o paciente ou o familiar queira", afirma.


Problema logo após o nascimento


O bebê nasceu na Santa Casa no dia 14 de abril, sem qualquer problema de saúde, e recebeu alta no dia 17. Mas, no dia seguinte, retornou ao hospital para a realização do teste do pezinho, quando os médicos constataram que o recém-nascido estava desidratado e hipoativo - com sonolência fora do normal e falta de movimentação.


O menino foi internado, mas o quadro clínico se agravou. Ele foi então para a UTI, onde apresentou distúrbio de coagulação, sangramento digestivo e anemia.


No pedido da Santa Casa à Justiça, o advogado do hospital explicou a gravidade do quadro clínico.


“Seu estado de saúde é gravíssimo, sendo que o corpo médico, diante da situação apresentada, concluir que é indispensável a realização, em caráter de urgência, de transfusão de sangue no recém-nascido da requerida. Pois todos os tratamentos alternativos não apresentaram condições de reverter a piora de seu quadro clínico. A realização da transfusão de sangue é indispensável para preservação da vida do recém-nascido”, escreveu.


Com informações do G1

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