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Presidente do TRF-4 decide que Lula deve continuar preso
A discussão teve início com a decisão do desembargador federal plantonista do TRF-4 Rogério Favreto, que mandou soltar Lula na manhã deste domingo.
Redação
Postada em 09/07/2018 às 00h31 - atualizada em 09/07/2018 às 09h39
Presidente do TRF-4 decide que Lula deve continuar preso

Ex-presidente Lula (Imagem: Divulgação)

O Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, se manifestou na tarde deste domingo (8) sobre a sequência de decisões divergentes envolvendo a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


A discussão teve início com a decisão do desembargador federal plantonista do TRF-4 Rogério Favreto, que mandou soltar Lula na manhã deste domingo.


Veja as decisões deste domingo:



  • - Pela manhã, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto decidiu conceder liberdade a Lula.

  • - Em seguida, o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargador plantonista não tinha competência para mandar soltar Lula.

  • - Logo depois, Favreto emitiu um novo despacho, reiterando a decisão de mandar soltar o ex-presidente.



  • - No início da tarde, o Ministério Público Federal pediu a reconsideração da decisão sobre o pedido de soltura.

  • - O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, determinou que não fosse cumprida a decisão de Favreto.

  • - Em resposta ao relator, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Lula.


Favreto é desembargador plantonista e já foi filiado ao PT. Ele se desfiliou ao assumir o cargo no tribunal.


Em setembro de 2016, durante votação da Corte Especial do TRF-4, ele foi o único que votou a favor da abertura de um processo administrativo disciplinar contra Moro e por seu afastamento cautelar da jurisdição, até a conclusão da investigação.


O juiz Moro está em férias, mas, segundo a assessoria da Justiça Federal do Paraná, "por ser citado como autoridade coatora no habeas corpus, ele entendeu possível despachar no processo".


Com informações do G1

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