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Seleção e Neymar pegam EUA hoje em busca de uma nova história
Recomeço também para Neymar, que não chegou 100% ao Mundial
Jessica Kelly
Postada em 07/09/2018 às 17h56
Seleção e Neymar pegam EUA hoje em busca de uma nova história

Recomeço. Essa é a palavra que marca o amistoso entre Estados Unidos e Brasilnesta sexta-feira, às 21h05 (de Brasília), em Nova Jersey, no primeiro compromisso após a Copa do Mundo da Rússia. Recomeço para a Seleção, que viu os bons resultados da Era Tite serem questionados após a eliminação para a Bélgica e agora inicia a busca pela renovação da equipe. Recomeço também para Neymar, que não chegou 100% ao Mundial e saiu da competição com a imagem desgastada.


A derrota nas quartas de final para a Bélgica foi apenas a segunda de Tite no comando da Seleção (até a eliminação, o retrospecto do treinador era de 20 vitórias, quatro empates e só um revés em 25 patrtidas). Mas a campanha de destaque nas eliminatórias e o futebol envolvente pararam em Courtois e em um primeiro tempo sem brilho em Kazan.


O frustrante - e até certo ponto precoce pela expectativa criada - adeus da Copa da Rússia deixou marcas até hoje. Nada melhor então do que um novo ciclo, uma nova chance de reescrever a história.


Tite na Seleção


    26 jogos


    20 vitórias


    4 empates


    2 derrotas


    55 gols pró


    8 gols contra


    85,7% de aproveitamento


- A dor da derrota contra a Bélgica ainda é forte, não adianta esconder. Todos me falaram que ficaram semanas sem sair ou querer conversar. Eu mesmo já acordei de noite algumas vezes achando que tínhamos empatado. Não dá para apagar a Copa, até porque ela teve coisas boas. Mas queremos jogar demais amanhã (sexta) - frisou Tite.


Ao longo da semana, o treinador confirmou a escalação com Marquinhos de volta à zaga, Fabinho na lateral direita, Fred no meio-campo e Douglas Costa no ataque. Firmino será o homem de referência e o esquema segue o mesmo: 4-1-4-1.



  • O jeito que sei trabalhar é com uma equipe equilibrada, mas que premie posse de bola e agrida o adversário para criar oportunidades. Foi assim que construí minha carreira. Não vou pedir para o meu time dar a bola ao adversário mesmo que tenha a chance de derrota.


Camisa 10 será o capitão fixo daqui para frente


Para Neymar, o recomeço será coincidentemente onde tudo começou e agora com uma responsabilidade a mais: a faixa de capitão. A partida desta sexta-feira será no mesmo estádio e contra o mesmo rival da partida de estreia do camisa 10 pela Seleção. Naquele dia 10 de agosto de 2010, o atacante marcou ainda o primeiro de seus 57 gols pelo Brasil.


Neymar já era tratado como o melhor jogador do Brasil na vitória por 2 a 0 sobre os Estados Unidos. Oito anos depois, nada mudou. Mas, de certa forma, o atacante andou para trás. A expectativa era de que 2018 poderia ser o ano da consagração, só que a Copa foi marcada por atuações abaixo do esperado e manchetes negativas.


Após a fratura no tornozelo direito e o enorme esforço para disputar o Mundial, o camisa 10 deixou a competição contestado por seu comportamento dentro de campo e pelo silêncio fora dele. Virou meme pela fama de ''cai-cai'' e foi assunto novamente quando decidiu responder as críticas através de propaganda comercial de um de seus patrocinadores. O Neymar que sonhava com o hexa deixou a Rússia com a imagem arranhada.


- Foi um momento ruim na minha carreira. Se machucar é horrível e fiz um esforço muito grande para estar na Copa. Me dediquei para estar na Seleção, defendendo meu país e fui ao meu máximo na competição.


    ''Claro que eu queria estar melhor, queria estar 100% como estou hoje, mas saio de cabeça erguida (...) Vou reconquistar os torcedores jogando futebol e claro que a responsabilidade é maior agora por causa da braçadeira de capitão'', disse Neymar.


Os três ciclos de Neymar na Seleção se iniciaram nos Estados Unidos. Em 2010, era o começo de sua história com a camisa do Brasil. Em 2014, o retorno ao time após a lesão que lhe tirou da Copa do Mundo. Agora em 2018, o recomeço de uma caminhada para recuperar a confiança daqueles que tanto lhe criticaram na Rússia.


- É diferente de 2010, de 2014. Estou mais velho, mais experiente. É uma sensação diferente e temos que nos preparar para passar nossa mentalidade aos mais novos. Cada vez mais nos unindo, nos fechando em campo, buscando vencer sempre e o melhor para a Seleção. Temos que nos acostumar a sermos sempre melhores do que ontem.

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