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Morre em São Paulo o funkeiro Mc Catra aos 49 anos
Morreu na tarde desde domingo, em São Paulo, Wagner Domingues Costa, conhecido como Mr. Catra. Ele estava internado no Hospital do Coração (HCor), na capital paulista, tratando de um câncer gástrico.
Jessica Kelly
Postada em 09/09/2018 às 19h42
Morre em São Paulo o funkeiro Mc Catra aos 49 anos

"É com enorme pesar que comunicamos o falecimento do amigo e cliente, Wagner Domingues Costa o Mr Catra, que nos deixou na tarde deste domingo, 9, em decorrência de um câncer gástrico. O cantor e compositor estava internado no hospital do Coração (HCor), em São Paulo, e já vinha lutando contra a doença. A informação foi dada a família pelo cirurgião oncológico, Dr. Ricardo Motta, por volta das 15h20 da tarde. Catra deixou três esposas e 32 filhos. Neste momento de sofrimento, agradecemos o carinho, cuidado e compreensão dos amigos da imprensa, e pedimos, gentilmente, para que respeitem o momento de tristeza da família", diz o comunicado enviado pela assessoria de imprensa do funkeiro.


A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do funkeiro. Ele deixa três mulheres, 32 filhos e quatro netos.


Catra lutava contra um câncer no estômago descoberto no início do ano passado. Ele passou por um intenso tratamento, teve que fazer uma dieta restrita, perdeu 35 kg e foi orientado pelos médicos a parar de fumar.


Em nota, o hospital informou a morte do cantor às 15h20, em decorrência de falência multiplos órgãos, ocasionado pelo câncer gástrico.


O funkeiro também precisou tratar recentemente de uma pancreatite, tornando a dieta recomendada pelos médicos ainda mais urgente. Sofrendo também de diabetes, chegou a correr o risco de perder a visão. Por conta do tratamento, ele reduziu o número de shows. Catra estava morando em São Paulo e ia ao hospital uma vez por semana para realizar sessões de quimioterapia.


Com sua voz cavernosa e defensor do papel libertário da música, Catra acumulou hits comerciais com letras sacanas, como “Adultério” (versão de “Tédio”, do Biquíni Cavadão), “Vem todo mundo” e “Uh papai chegou”. Através de seu apadrinhamento, ajudou a revelar outros nomes de ponta do gênero, como Tati Quebra-Barraco e Gaiola das Popozudas, grupo de onde saiu Valesca. Foi com ela que Catra gravou outro grande sucesso, o despudorado “Mama”.


Sua trajetória foi contada em documentário (“90 dias com Catra”), livro (“"A estética funk carioca: criação e conectividade em Mr. Catra", da antropóloga Mylene Mizrahi) e inúmeros programas de televisão. 

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