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GERAL
Petrobras aumenta gasolina pela segunda vez em seis dias
Reajuste acumulado no período é de 5,7% e combustível passará a custar, em média, R$ 2,0450 reais por litro nas refinarias a partir desta terça-feira.
Rafael Gomes
Postada em 30/04/2019 às 07h39 - atualizada em 30/04/2019 às 08h18
Petrobras aumenta gasolina pela segunda vez em seis dias

(Imagem: Divulgação)

A Petrobras anunciou na noite desta segunda-feira, 29, aumento médio de R$ 0,07 no preço do litro de gasolina nas refinarias. O último reajuste havia sido no dia 23. O aumento equivale a uma alta de 3,5%. A partir de amanhã, o combustível passará a custar em média 2,0450 reais por litro, maior valor desde outubro de 2018. Em menos de uma semana, a estatal já reajustou o combustível em 5,7%.


Na ocasião do último reajuste, os importadores de combustíveis criticaram o aumento, dizendo que ele havia sido pequeno e que não cobria a defasagem acumulada em um período de alta das cotações internacionais do petróleo.


No dia 22, a estatal anunciou mudança na divulgação dos preços tanto da gasolina como do diesel. A petroleira passou a atualizar diariamente em seu site o valor dos combustíveis em cada um dos 37 pontos de venda que atua no país. Anteriormente, era publicado apenas o preço médio diário. A Petrobras havia reduzido a frequência de reajustes na gasolina neste ano. Para evitar perdas, defende que tem utilizado de mecanismos de hedge.


De acordo com o site da companhia, o preço médio do diesel foi mantido, a 2,2470 reais por litro. A última alteração no preço do óleo se deu em 18 de abril.


A Petrobras tem afirmado que sua política de preços para a gasolina e para o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.


O repasse dos valores aos consumidores finais, nos postos, depende de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda, além de misturas obrigatórias de biocombustíveis, dentre outras questões.

FONTE: Reuters
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