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Piauí

Empresas de ônibus descumprem decreto e continuam fazendo linha entre SP e Piauí

Enquanto os moradores da cidade buscam ficar em quarentena para prevenir um surto da pandemia, seus familiares chegam os municípios e correm o risco de dá início a um grande surto da Covid-19

23/03/2020 16h04Atualizado há 2 semanas
Por: Thiago Maciel
ônibus vindo do estado de São Paulo
ônibus vindo do estado de São Paulo

Empresas de Turismo continuam trafegando e fazendo a linha entre São Paulo para o Piauí, desrespeitando decretos assinados pelos prefeitos, trazendo cerca de 40 ou até 50 passageiros em cada ônibus. 

O estado de São Paulo já contabiliza 15 mortes provocadas pelo coronavírus e 396 casos infectados, sendo 34 deles internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Ao todo, são 9 mil casos suspeitos.

O primeiro caso registrado no Estado do Maranhão, como divulgou o Governador Flávio Dino, através do seu Twitter, o infectado retornou de uma viagem a São Paulo. Após a confirmação, o governador realizou uma série de medidas para restringir a circulação de pessoas vindo de fora no estado.

Com base nos dados apresentados, o Estado de São Paulo registra o maior número de casos suspeitos, infectados e suspeitos do Brasil. Pessoas podem estar infectadas e não apresentarem sintomas, podendo transmitir a doença sem saber, colocando em risco a saúde de outras pessoas, principalmente dos mais vulneráveis. Recentemente cidades como, Valença do Piauí, Novo Oriente, Barra D'Alcântara, Várzea Grande, Francinópolis, Inhuma e Oeiras, estão recebendo desde o final de semana, vários ônibus cheios de pessoas vindo do estado de São Paulo. 

Isso pode significar o prenúncio de um colapso na saúde pública destes municípios e do estado do Piauí. O apelo de secretários municipais, prefeitos, vereadores, políticos, autoridades e da população em geral, é que que essas linhas sejas paradas imediatamente, haja vista o grande risco de disseminação do vírus no estado do Piauí, onde o sistema de saúde é fragilizado e não tem a mínima condição de suportar um surto como este.

O momento é crítico, a crise é grave e o momento pede agilidade das autoridades dos órgãos competentes, antes que seja tarde demais. Todos querem estar próximos das suas famílias em um momento delicado como esse, mas infelizmente não se pode colocar a vida dos próprios familiares e da população em risco, por puro egoísmo. Quarentena não é férias. Não podemos esperar que os números desta tragédia se igualem com a Itália, que tem um território bem menor que o Brasil.

 

É preciso seriedade num momento como este, além de tudo, respeito e solidariedade com os demais. É preciso parar!! Quarentena já!!!