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Polícia Ocorrência

Falso delegado preso pela Polícia Civil é encontrado morto em Teresina

Afonso Soares foi encontrado dentro de uma residência localizada na Rua Projetada do bairro Buenos Aires, na zona Norte de Teresina.

15/09/2021 16h15 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação
Falso delegado preso pela Polícia Civil é encontrado morto em Teresina (Foto: Greco)
Falso delegado preso pela Polícia Civil é encontrado morto em Teresina (Foto: Greco)

Um homem identificado como Afonso Soares Brandão Júnior, preso pelo Grupo de Repreensão ao Crime Organizado (GRECO) em 2020 por se passar por Delegado de Polícia Civil, foi encontrado morto na tarde desta quarta-feira (15), dentro de uma residência localizada na Rua Projetada do bairro Buenos Aires, na zona Norte de Teresina.

As informações foram repassadas pelo Tenente Walcimar, do 9° Batalhão de Polícia Militar (BPM). A notícia do corpo chegou até a corporação após um policial militar, que mora na mesma região que Afonso Soares, ter acionado uma guarnição, que se deslocou até a residência e confirmação a veracidade do fato. 

Diante disso, o Instituo Médico Legal (IML) foi acionado para fazer os primeiros procedimentos de recolhimento do corpo e o Departamento de Polícia Técnico-Científica para realizar a perícia no local. 

Prisões

Afonso Soares Brandão foi preso pelo Greco pela primeira vez em 12 de fevereiro de 2020, dentro de um apartamento alugado no bairro Santa Maria da Codipi, na zona Norte da capital.  O acusado se apresentava como Delegado de Polícia Civil. Na ação ainda foram apreendidos armas, documentos e outros materiais suspeitos que seriam utilizados em atos ilícitos. 

No mesmo mês daquele ano, Afonso foi preso novamente acusado de estelionato e extorsão. De acordo com informações do Greco, após a prisão do acusado no dia 12 deste mês, oito pessoas foram até a polícia registrar que o acusado se apresentava como advogado para praticar estelionato e extorsão.

Afonso Soares utilizava a sala da OAB no Tribunal de Justiça para receber as vítimas, recebia dinheiro para dar entrada em processos, que nunca foram abertos. Vítimas também o acusaram de se passar por delegado e entrar em suas residências para extorqui-las.

 

Com informações do MN

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