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Mulher é presa suspeita de aplicar golpe em supermercados; grupo causou prejuízo de R$ 1 milhão

Três redes de supermercados denunciaram o grupo à polícia, que estima um prejuízo superior a R$ 1 milhão causado pela organização criminosa.

25/06/2024 às 11h50 Atualizada em 26/06/2024 às 09h51
Por: Redação
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Imagem: Divulgação/PC-PI
Imagem: Divulgação/PC-PI

Uma mulher foi presa em flagrante nessa segunda-feira (24), suspeita de aplicar golpes em supermercados em Teresina (PI) e Timon (MA). Três redes de supermercados denunciaram o grupo à polícia, que estima um prejuízo superior a R$ 1 milhão causado pela organização criminosa.

No momento da prisão, Mikaelly Silva transportava uma carga de leite, café e cerveja, avaliada em R$ 100 mil, retirada de uma rede atacadista para um cliente do grupo criminoso. Ela foi interceptada por equipes do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).

Mikaelly é suspeita de ter aplicado golpe semelhante na mesma empresa na semana anterior, em Timon.

O grupo utilizava procurações falsas para se passar por clientes com bom histórico de compras nas redes de supermercados. Com os documentos falsificados, encomendavam e retiravam a carga, levando-a imediatamente para empresas de médio e pequeno porte, clientes dos falsários.

"O golpe é bem estruturado. A organização criminosa é organizada e cada membro tem um papel definido. A mulher presa ontem é responsável por retirar as mercadorias compradas com documentos falsos e entregá-las em empresas que já haviam fechado acordo de compra da mercadoria", disse o delegado Charles Pessoa, coordenador do Draco.

As mercadorias eram vendidas a empresas por um preço abaixo do mercado e sem nota fiscal. As empresas que receberam essas mercadorias estão sendo identificadas pelo Draco, que investiga se tinham conhecimento de que os produtos eram fruto de ação criminosa.

A polícia não descarta a participação de funcionários ou ex-funcionários dos supermercados lesados.

"As procurações usadas seguem o modelo adotado por cada rede atacadista. Vamos investigar como o grupo criminoso acessa os dados dos clientes. Não podemos afirmar que funcionários ou ex-funcionários atuavam com eles, mas não podemos descartar essa possibilidade", afirmou o delegado.

Mikaelly foi autuada por organização criminosa, falsificação de documentos e estelionato e foi encaminhada para a sede do departamento.

As investigações de roubo de cargas no Piauí iniciaram há alguns meses. As empresas vítimas do golpe já haviam registrado boletins de ocorrência nos distritos policiais da área. Cruzando essas informações, a polícia chegou ao grupo criminoso.

O delegado Charles Pessoa revelou que a polícia já identificou alguns membros da organização.

"O chefe dessa organização é conhecido da polícia. Ele já responde a mais de 20 processos", adiantou.

A investigação continua para identificar mais vítimas e todos os membros da organização.

 

*Com informações do Cidade Verde

 

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