
Recentemente, o estado do Piauí tornou-se o maior exportador brasileiro de mel, segundo informações do ministério da economia. Mais de 30% de todas as exportações deste produto saem daqui. Sem dúvida um motivo de orgulho para todos os piauienses. Mas, para além dos negócios, você sabia que o mel é um excelente produto para o consumo? Descubra alguns benefícios deste doce ingrediente.
O mel é um produto originado pelo néctar de flores, processado pelas enzimas das abelhas. Ele é recolhido in natura, ou seja, não passa por nenhum processo químico, o que faz dele um alimento 100% natural. Mas além de ser delicioso e funcional, o mel também é visualmente atrativo. Sua cor dourada e sua consistência pastosa inspiraram desde aventuras do Ursinho Pooh até jogos de slot como o dinâmico Honey Rush, que se encontra em cassinos online. Essa combinação de bons benefícios com ótima aparência faz dele ingrediente ideal também para vários tipos de cosméticos, de xampus a sabonetes.
O mel é realmente polivalente, mas é como alimento que ele se destaca. Desde a antiguidade, ele vem sendo usado como adoçante e essa é, sem dúvida, sua característica mais marcante. Ele substitui com vantagens o açúcar refinado, seu principal concorrente, porque sendo 100% natural não traz grandes riscos à saúde. Ao contrário, estudos comprovam que o mel diminui o mau colesterol (LDL) e aumenta o bom (HDL).
Amigo do coração
Controlar colesteróis já é um passo na direção da prevenção de doenças coronárias. Mas o mel vai além, e também mantém os triglicérides, outro vilão cardíaco, em níveis mais baixos. Evidentemente, o mel sozinho não é um tratamento, apenas um bom hábito que auxilia na prevenção. Médicos devem sempre ser consultados.
O amigo da boa bactéria é seu amigo
Nosso sistema digestivo depende de boas bactérias, que auxiliam na decomposição dos alimentos (quem já tomou Yakult sabe o que é isso). E o mel tem a propriedade de ajudar essas bactérias do bem a se manterem – e se proliferarem. Mais ainda, tem efeitos anti-inflamatórios que ajudam a recuperar a mucosa gástrica, repetidamente afetada pela acidez natural do estômago.
O inimigo da má bactéria é seu amigo
Mas nem toda bactéria é boa. No pulmão, ela não é bem-vinda e precisa ser combatida. E novamente o mel ajuda, aumentando as defesas imunológicas e incomodando a bactéria do mal. Mas não espere resolver infecções existentes apenas tomando mel. Ele é profilático, mas não terapêutico. Há remédios específicos para debelar infecções. E eles devem ser usados.
Combate aos radicais livres
Outra propriedade apreciada do mel é sua capacidade antioxidante. Compostos que possui, como os flavonoides ajudam a combater os danos causados pelos radicais livres, agentes químicos que contribuem para o processo de envelhecimento e também para algumas doenças crônicas. Não estamos dizendo que quem come mel não envelhece. Apenas que o processo pode ser retardado um pouquinho....
Veja o que é bom para tosse
Talvez o uso mais comum do mel na saúde seja nos casos de gripes e resfriados, especialmente em episódios com tosse. E de fato ele é bom para aliviar a irritação causada por infecções no sistema respiratório. Mais ainda, estimula a produção de saliva, o que hidrata a mucosa e ameniza o desconforto de uma garganta arranhada.
Mas então o mel é tudo de bom? Não tem contraindicação?
Ele certamente é mais bom do que ruim, mas, sim, há alguns casos em que ele é contraindicado. Para crianças com menos de um ano, por exemplo, para evitar uma infecção específica para a qual os pequeninos ainda não têm imunidade. Para diabéticos, já que os altos índices calóricos podem causar picos glicêmicos. E para quem tem a rara alergia ao produto. E, como tudo na vida, o mel deve ser consumido com a devida moderação. Os nutrólogos recomendam uma colher de sopa por dia. Parece pouco, mas com sua alta potência edulcorante, é mais do que suficiente para colocar algum doce na vida, enquanto traz diversos benefícios para a saúde.
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