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Queimadas

Incêndios | Manifestantes fazem protesto em defesa da Amazônia em Teresina

Eles se reuniram no Complexo da Ponte Estaiada, Zona Leste da cidade, neste sábado (24). A Amazônia concentra 52,5% dos focos de queimadas de 2019, segundo os dados do Programa Queimadas.

Direto de Teresina

Direto de TeresinaNotícias de Teresina Piauí.

24/08/2019 19h46Atualizado há 2 meses
Por: Redação
Protesto em defesa da Amazônia na cidade de Teresina (PI) — Foto: Gilcilene Araújo/G1 PI
Protesto em defesa da Amazônia na cidade de Teresina (PI) — Foto: Gilcilene Araújo/G1 PI

Manifestantes protestaram na Avenida Raul Lopes, Zona Leste de Teresina, na tarde deste sábado (24) em defesa da Amazônia e para chamar atenção da população para o crescente número de queimadas na floresta. A concentração começou por volta das 16h30 no Complexo da Ponte Estaiada e o movimento encerrou às 19h.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as queimadas no Brasil aumentaram 82% em relação ao ano de 2018, se compararmos o mesmo período de janeiro a agosto. Esta é a maior alta e também o maior número de registros em 7 anos no país.

Amazônia concentra 52,5% dos focos de queimadas de 2019,segundo os dados do Programa Queimadas.

O ato contou com a participação de universitários, professores e pesquisadores. Durante o protesto, eles carregavam faixas e cartazes em defesa da Amazônia e pediram a saída do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

"Ir a rua é a nossa principal arma. O que está acontecendo agora é gravíssimo, porque sabemos que as queimadas na Amazônia sempre existiram, mas agora piorou com uma intensidade nos últimos meses. Nós devemos cuidar do que é nosso e a Amazônia é nossa. Ela é nosso pulmão, nós dependemos dela e por isso preocupa o mundo. Hoje existe o desequilíbrio ambiental causada por ações humanas", disse a bióloga Ethynna Correia.

O professor Francisco Diniz, do Instituto Federal do Piauí (IFPI), destacou que a convocação do movimento é desconhecida, mas é válida e tem chamado os jovens para a luta.

"Foi uma ideia feliz convocar a comunidade para estar aqui lutando, não só pela biodiversidade animal e vegetal da Amazônia, no sentido de preservá-la, mas pelo um grito de liberdade. O que eu tenho observando é que os jovens estão lutando pela nossa educação, porque os professores e cientistas têm sido humilhados pelos políticos eleitos", comentou.

 Com informações do G1 Piauí

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