
A PERDA DE UM AMIGO
A cidade de Regeneração amanheceu hoje (10) espantada com a notícia da morte do Professor Luís Santana.
Não faz muito tempo, aproximadamente dois ou três meses, alguns de nós aqui ficamos sabendo que ele estava doente, entretanto, quando essas notícias saem o que fazemos é ficar na torcida para que a pessoa se recupere e volta a ter uma vida normal, mas não foi o caso de Luís, infelizmente.
Luís Santana é filho de Amadeu Santana e Dona Francisca, residentes na rua Professor Sérgio do Chantal Nunes, no centro, próximos de (in memoriam) Raimundo Noronha, Mestre Ângelo, Miguel Doce.
O pai era um excelente carpinteiro, profissão que ensinou a todos os filhos homens, inclusive tinham uma oficina bem estruturada, na rua São Benedito, no centro de Regeneração.
Todos estudiosos, e apesar de aprenderem a profissão de carpinteiros, não a seguiram, preferiram estudar e cada um deles hoje trabalham no serviço público ou privado.
Luís Santana foi professor aqui na nossa cidade por muito tempo, e através de concurso público, passou a trabalhar numa cidade de Estado do Maranhão, onde residia com a família já faz algum tempo.
A vida de Luís Santana passou a ter um outro sentido, faz mais ou menos uns quatro ou cinco anos, quando perdeu prematuramente num acidente automobilístico, o filho Phillipe. A partir dali, era notório ao encontrá-lo que o seu sorriso e o seu semblante não eram mais os mesmos. Passando eu, até ver a presença dele diminuir aqui em Regeneração. Mas são coisas da vida, temos que aceitar.
E agora, somos surpreendidos com este triste acontecimento, Deus do Céu, por que que as coisas têm que ser assim? Nada que a gente fale ou ouça, consegue explicar.
Aos amigos, Helena (esposa) Felisardo, Maria Pereira, Luiza, Cleidiane, o Neto, o Raimundo, a Ramone e à Mãe Francisca, Tenham fé, não se desesperem, pois Deus está ao lado de vocês e ajudará a superar esse momento de dor.
Na imagem, Luís de camisa verde, feliz, com a família em frente à sua casa, na Rua Padre Silva. Acho que ele tinha de 45 a 47 anos de idade, eu presumo.
O meu abraço, Eddy Dat
Fonte: Reprodução Facebook/Eddy Dat
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